29 de set de 2010

“Nosso Lar” ultrapassa os 3 milhões de espectadores‏

No CEMA

Centro Espírita Maria Angélica - Recreio dos Bandeirantes / RJ

28 de set de 2010

Nosso Lar - Bastidores do Filme

26 de set de 2010

3 Milhões de Pessoas

24 de set de 2010

Nosso Lar nas ruas do Brasil

Salvador


Porto Alegre


Curitiba


Florianópolis


Recife

23 de set de 2010

Prêmio

Agradecemos a todos que indicaram na enquete do Ministério da Cultura o filme Nosso Lar. Ao mesmo tempo, pede que mantenhamos o foco na carreira do filme nos cinemas. Estamos começando nossa quarta semana com 400 salas de exibição. Muitos leitores do livro ainda não foram ver o filme! Muita gente está curiosa! É mais do que hora de lotar as salas e continuar dando "este prêmio" de público ao filme...

22 de set de 2010

Cinematerna - Nosso Lar


Com intensa movimentação de mães e também de pais com seus bebês, o Shopping Crystal Plaza exibiu na última quinta-feira (16/09), às 14h, mais uma sessão do CineMaterna. A atração foi o longa “Nosso Lar”, de Wagner de Assis. O filme, assistido por mais de um milhão de pessoas no Brasil com apenas alguns dias em cartaz, é baseado em obra homônima do médium Chico Xavier e traz a história de vida do médico André Luiz - que, ao morrer, fica em um local onde os espíritos evoluem até o momento de reencarnar.

Fonte: http://www.paranashop.com.br/

20 de set de 2010

Cinema Leblon

Enviada por Ilana Brakarz

17 de set de 2010

Mais de 2 Milhões de Espectadores

13 de set de 2010

Cinema Brasileiro

O CINEMA NOVO iniciado na década de 60 teve o “O Pagador de Promessas” como marco inicial desta época de prosperidade cinematográfica nacional

Com a crise dos anos 70 e 80 o cinema nacional produz em alta escala os filmes com temáticas simples e caráter sexual, baixo custo e consequentemente baixa qualidade, as PORNOCHANCHADAS. Entra em cena Atlântida, Grande Otelo e Oscarito como ícones representativos dessa época.

Já na década de 1990 o foco volta a ser filmes de qualidade com objetivos de lucro. A indústria cinematográfica diversifica com produções aprimoradas e bem mais cuidadas variando os gêneros. Com a carona das políticas de incentivo, os espectadores voltam em grandes números aos cinemas para assistir os filmes da RETOMADA. O Quatrilho e Carlota Joaquina dão passagem para Fábio Barreto e Carla Camurati intitularem o início desse movimento.

Sete anos depois Guerra de Canudos abre a fila de filmes de grandes orçamentos ainda na RETOMADA.

Em 2009 chegaram as superproduções nacionais. Feitas praticamente sem recursos incentivados como “Lula o Filho do Brasil”, seguido por “Besouro”.

Finalmente ouso dizer que a nova fase do cinema nacional é definitivamente 2010, onde “Nosso Lar” a maior superprodução do cinema nacional chega as salas de cinema farta de elementos internacionais agregados desde a filmagem, música e pós-produção com efeitos especiais realizados nos mesmos laboratórios de premiados filmes americanos. O Cinema nacional usufruindo das mesmas fontes que os melhores do mundo.

Então, o que estamos esperando para batizar essa nova fase?

Alias, segundo o mestre Houaiss, ideologia é um sistema de idéias, sustentadas por um grupo social de qualquer natureza que defendem os próprios interesses e compromissos institucionais, sejam estes morais, religiosos, políticos ou econômicos.

Ele disse econômico? Então o cinema da Retomada sustenta também a ideologia econômica certo? Por que não cultural e econômica? Mas o Lula também foi cultural, político e econômico, certo? E porque não cultural, religiosa e econômica?

Marcelo Guerra

Fazendo a nossa parte - que é informar

Disponibilizar uma obra artística na Internet sem autorização do titular, para download ou streaming, é ato ilícito civil, previsto na Lei de Direitos Autorais, e também crime, previsto no Código Penal, independentemente de haver intuito de lucro direto ou indireto.

Ou seja, o infrator fica sujeito a uma ação cível, para responder por perdas e danos, e a uma ação penal, podendo inclusive ser preso.

Os artigos relevantes seguem transcritos abaixo:

Lei de Diretos Autorais:

Art. 102. O titular cuja obra seja fraudulentamente reproduzida, divulgada ou de qualquer forma utilizada, poderá requerer a apreensão dos exemplares reproduzidos ou a suspensão da divulgação, sem prejuízo da indenização cabível.

Art. 103. Quem editar obra literária, artística ou científica, sem autorização do titular, perderá para este os exemplares que se apreenderem e pagar-lhe-á o preço dos que tiver vendido.

Parágrafo único. Não se conhecendo o número de exemplares que constituem a edição fraudulenta, pagará o transgressor o valor de três mil exemplares, além dos apreendidos.

Art. 104. Quem vender, expuser a venda, ocultar, adquirir, distribuir, tiver em depósito ou utilizar obra ou fonograma reproduzidos com fraude, com a finalidade de vender, obter ganho, vantagem, proveito, lucro direto ou indireto, para si ou para outrem, será solidariamente responsável com o contrafator, nos termos dos artigos precedentes, respondendo como contrafatores o importador e o distribuidor em caso de reprodução no exterior.

Art. 105. A transmissão e a retransmissão, por qualquer meio ou processo, e a comunicação ao público de obras artísticas, literárias e científicas, de interpretações e de fonogramas, realizadas mediante violação aos direitos de seus titulares, deverão ser imediatamente suspensas ou interrompidas pela autoridade judicial competente, sem prejuízo da multa diária pelo descumprimento e das demais indenizações cabíveis, independentemente das sanções penais aplicáveis; caso se comprove que o infrator é reincidente na violação aos direitos dos titulares de direitos de autor e conexos, o valor da multa poderá ser aumentado até o dobro.



Código Penal:
Art. 184. Violar direitos de autor e os que lhe são conexos: (Redação dada pela Lei nº 10.695, de 1º.7.2003)

Pena - detenção, de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa. (Redação dada pela Lei nº 10.695, de 1º.7.2003)

§ 1o Se a violação consistir em reprodução total ou parcial, com intuito de lucro direto ou indireto, por qualquer meio ou processo, de obra intelectual, interpretação, execução ou fonograma, sem autorização expressa do autor, do artista intérprete ou executante, do produtor, conforme o caso, ou de quem os represente: (Redação dada pela Lei nº 10.695, de 1º.7.2003)

Pena - reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa. (Redação dada pela Lei nº 10.695, de 1º.7.2003)

§ 2o Na mesma pena do § 1o incorre quem, com o intuito de lucro direto ou indireto, distribui, vende, expõe à venda, aluga, introduz no País, adquire, oculta, tem em depósito, original ou cópia de obra intelectual ou fonograma reproduzido com violação do direito de autor, do direito de artista intérprete ou executante ou do direito do produtor de fonograma, ou, ainda, aluga original ou cópia de obra intelectual ou fonograma, sem a expressa autorização dos titulares dos direitos ou de quem os represente. (Redação dada pela Lei nº 10.695, de 1º.7.2003)

§ 3o Se a violação consistir no oferecimento ao público, mediante cabo, fibra ótica, satélite, ondas ou qualquer outro sistema que permita ao usuário realizar a seleção da obra ou produção para recebê-la em um tempo e lugar previamente determinados por quem formula a demanda, com intuito de lucro, direto ou indireto, sem autorização expressa, conforme o caso, do autor, do artista intérprete ou executante, do produtor de fonograma, ou de quem os represente: (Redação dada pela Lei nº 10.695, de 1º.7.2003)

Pena - reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa. (Incluído pela Lei nº 10.695, de 1º.7.2003)

§ 4o O disposto nos §§ 1o, 2o e 3o não se aplica quando se tratar de exceção ou limitação ao direito de autor ou os que lhe são conexos, em conformidade com o previsto na Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, nem a cópia de obra intelectual ou fonograma, em um só exemplar, para uso privado do copista, sem intuito de lucro direto ou indireto. (Incluído pela Lei nº 10.695, de 1º.7.2003)

Veja que o artigo 184 tipifica como crime de direito autoral qualquer tipo de violação, independentemente de haver intuito de lucro direto ou indireto.

11 de set de 2010

Nosso Lar Lotado


Cinemas São Luiz, Rio de Janeiro (a sessão das 21h30 também estava lotada)! Será que foi assim nas demais capitais brasileiras?

9 de set de 2010

Viajando com Nosso Lar

Tive a grande honra e prazer de assistir ao filme "Nosso Lar". Minha viagem ontem ao assistir o filme foi espetacular. Quantas lições!!!

Eu fiquei encantada em como pude me perceber nos personagens podendo assim experienciar emoções e valores tão engenhosamente criados na tela. Com a ajuda de André Luiz e desta produção espetacular, caminhei na minha própria estrada de encontro ao "Meu Lar" e ao "Meu Umbral". Como Psicóloga e constante estudante da alma, a busca dessa viagem interior é minha mola motivadora no caminho do auto-conhecimento.

Para aqueles que já leram o livro e conhecem sua mensagem de tolerância e amor, o filme traz imagens inesquecíveis que materializam nossa imaginação, enriquecem nossa apreciação pelas mensagens trazidas a nós por André Luiz. Quem não conhece a obra será presenteado com uma narrativa clara, que sutilmente ensina os fundamentos da mensagem Espirita através da jornada de um espirito.

A representação visual contrastante entre o umbral e o Nosso Lar coloca em grande perspectiva a nossa dualidade espiritual, mental e emocional. Essa realidade interna do equilíbrio e desequilíbrio, entre o amor e o ódio, entre a paz e a guerra tão bem representada pelo ator Renato Prieto, nos faz reconhecer o nosso atual estado evolutivo, nossas fragilidades e limitações. Escolher ver a "normalidade" das nossas imperfeições de condição humana em busca da luz é aceitar de forma natural nosso crescimento.

O filme Nosso Lar, me proporcionou o encontro com essa realidade e me fez refletir onde estou e para onde quero ir. Estar aberta para essa escolha é uma fonte energizadora de liberdade e de exercício em busca da felicidade e realização pessoal.

As cenas do hospital da colônia Nosso Lar nos traz a tranquilidade interna do silêncio, expulsa os barulhos da mente para que a quietude interna proporcione o ambiente necessário ao encontro com nossa essência e a fonte das leis divinas. Mais uma vez, o filme nos leva a refletir no poder do silêncio. A "água medicamentosa" foi o agente desse processo.

A trilha sonora composta pelo gênio da música considerado um dos compositores mais influentes do século 20, Philip Glass, constantemente nos convida a tecer suaves cordas vibracionais do nosso intimo com a arte divina. Nas cenas musicais do filme uma nova oportunidade de experienciar a harmonia, fazendo-nos mergulhar em sensações de alegria, quietude e união.

O filme nos traz uma mensagem de otimismo e esperança. As emoções vivenciadas pelos atores traz ao telespectador sentimentos verdadeiros e sinceros, fazendo com que o filme seja uma conexão constante.

Morando no exterior a mais de 20 anos, "viajei" com Andre Luiz - O retorno dele ao Lar na Terra, é muitas vezes meu retorno a Pátria querida. Cenas tão emocionantes que me instigaram ao exercício do desapego. Como André Luiz, ao não aceitarmos as mudanças da nossa realidade perdemos a conexão interna. Ao nos desapegarmos deixamos de viver a ansiedade da separação e assim nos abrimos para a conexão maior, a do entendimento que somos todos ligados uns aos outros, somos UM SÓ através do AMOR!

A doutrina da reencarnação faz com que possamos exercitar a fraternidade, estender nossas afeições além dos laços do sangue, nos laços imperecíveis do Espírito.

Acredito que o cinema brasileiro enriqueceu com a grande direção de Wagner Assis que se estabeleceu como um grande "médium" das belezas eternas.

Com certeza esse é um filme para se assistir muitas vezes. Estarei levando meus filhos e meus amigos e recomendando a todos aqueles que buscam a paz e o encontro com o Divino.

Obrigada Wagner e a toda a equipe que me proporcionaram essa viagem tão bonita!

Obrigada André Luiz! Obrigada Chico!


Sandra Mussi
Psicóloga e Psicoterapeuta
Presidente Conselho Espirita Canadense

8 de set de 2010

“Nosso lar” atinge a marca de 1 milhão de espectadores em tempo recorde para filme nacional"

Filme registra público de um milhão de pessoas em
apenas cinco dias de exibição


O longa Nosso Lar quebra recorde ao levar às salas de cinema um milhão de espectadores em apenas 5 dias – os recordes anteriores são de “Se eu fosse Você 2” (maior filme nacional da Retomada), em seis dias e Chico Xavier (maior abertural de filme nacional da Retomada), em 8 dias. Desde sua estreia na última sexta-feira, 03 de setembro, 1 milhão, sete mil e quinhentas pessoas já assistiram ao filme, lotando as sessões em várias partes do País.

“Nosso Lar” conta a história de um médico que acorda no mundo espiritual após a sua morte e acompanha sua jornada, desde os primeiros dias, numa dimensão de dor e sofrimento até ser resgatado para uma cidade espiritual cujo nome intitula o filme.

“Nosso Lar”, escrito e dirigido por Wagner de Assis e produzido por Iafa Britz, tem produção executiva de Luiz Augusto de Queiroz e Elizabeth Marinho Dias. A distribuição é da Fox Film do Brasil. No elenco estão: Renato Prieto como André Luiz, Fernando Alves Pinto, Rosanne Mulholland, Inez Viana, Rodrigo dos Santos, Werner Schünemann, Clemente Viscaíno e ainda participações especiais de Othon Bastos, Ana Rosa e Paulo Goulart.

4 de set de 2010

Na Estréia




Crédito das fotos: Ethel Davidson - Rio de Janeiro/RJ

2 de set de 2010

Obrigado

É preciso aprender a dizer obrigado quando se está grato. Da mesma forma, é preciso compartilhar gratidão quando se está feliz. Gratos, dizemos obrigado a todos os que compartilham do projeto que hoje chega às salas de cinema de todo o Brasil. Nosso Lar, o filme, estará disponível em 430 delas. Hora de tirar as próprias conclusões, hora de dar uma chance a essa história tão bonita e poderosa. Hoje, o nosso trabalho encerra um ciclo. Que começou em setembro de 2005, quando os direitos do filme foram cedidos pela Federação Espírita Brasileira para a empresa de Wagner de Assis, a Cinética Filmes e Produções. Vieram a Fox Film do Brasil, o Banco BRJ, a Migdal Filmes (da produtora Iafa Britz) e a Globo Filmes. Vieram Iafa Britz, Luiz Augusto de Queiroz, Lia Renha, Ueli Steiger e Philip Glass, além de uma centena de profissionais talentosos, técnicos e artistas, competentes, dedicados, generosos e cheios de respeito e prazer, no Brasil e no Canadá, para contar essa história.

Aquela pequena canoa se transformou num grande transatlântico. Que, claro, não pode passar impune a algumas intempéries pequenas - produzidas por aqueles que não gostam do filme. Pequenas mesmo. Que bom que vivemos numa democracia cultural. Porque o mesmo filme estará a exposto ao público, propondo a esse mesmo público (o motivo de nosso trabalho) que tire suas próprias conclusões. "Dê uma chance a esta história", diz o diretor Wagner de Assis. "Leve alguém que não conhece nada sobre o tema ao cinema", completa o produtor executivo Luiz Augusto de Queiroz.

"Alma não tem religião", fala a produtora Iafa Britz. A história está nas telas. Para todos. Que seja escrita, então, a história deste filme...por vocês, o público. Mais uma vez, obrigado a todos. O trabalho começa uma nova fase.